quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Resultado da Eleição (dis)simulada!

E eis que é chegado o grande momento! Urnas apuradas, 3ª fase da campanha em curso e finalmente divulgamos o vencedor da peleja travada entre os bravos candidatos Zé Newton (01), o prof. Isaac Newton (02) e Newton Jr (03).

De um total de 88 votos,

o candidato Zé Newton lidera com 36,3%,

seguido de perto por Newton Jr. com 34,09%,

ficando o terceiro lugar com Prof. Isaac Newton quen obteve 26,13% dos votos.

Branco e nulos somam 3,4%.

Para assegurar a veracidade do resultado, nossa equipe de apuração contou com equipamentos de alta tecnologia e profissionais totalmente qualificados para que tudo corresse bem e não houvesse dúvidas que comprometessem nossa responsabilidade jurídica, fato que fica claro quando se vê as fotos abaixo:








quarta-feira, 22 de outubro de 2008

ELEIÇÃO (DIS)SIMULADA - CH2 volta (mais uma vez) às urnas

O evento foi realizado na segunda-feira, dia 20 de outubro, e movimentou alunos, professores e servidores da área 2 do Centro de Humanidades da Universidade Federal do Ceará.
A ação concluiu a segunda fase da campanha de discussão sobre Propaganda Política, iniciada no dia 15 de outubro. A questão é: o que define a decisão de voto? Nesse caso, a imagem de cada candidato tinha papel primordial. Mas será que só isso é suficiente?
Confira as imagens dos consumidores... Opa! Eleitores.

E, no próximo post, conheça o candidato vencedor.
























segunda-feira, 20 de outubro de 2008

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Alguns valores o Photoshop não retoca.

A construção da intenção de voto do eleitor se dá a partir de muitas variáveis: identificação partidária e ideológica, posição de classe, hábitos de consumo, exposição às propagandas políticas e eleitorais, entre outras. No entanto, é inegável que a decisão de voto seja fortemente influenciada pelas estratégias de propaganda dos partidos e candidatos durante o período eleitoral.


Essa nova era da comunicação de massa modificou diversos hábitos e processos de interação social da nossa sociedade e o campo da política não ficou imune a essas mudanças. O desenvolvimento dos Meios de Comunicação de Massa - sobretudo da televisão e do rádio - aproximaram os candidatos aos eleitores, privilegiando, dessa forma, cada vez mais a construção da imagem dos políticos. Portanto, o voto vai se tornar mais personalista, relacionado diretamente com as características pessoais de cada candidato e os partidos passam a exercer papel secundário no jogo político.

Nessa atual forma de fazer política, os eleitores vão ser entendidos como consumidores (Pierre Bourdieu, 1997) e apesar de os candidatos não poderem ser compreendidos simplesmente como produtos à venda, vai ser bastante visível o uso de técnicas da publicidade do mercado do consumo. Assim como na publicidade comercial, que utiliza o conceito de campanha para dar maior ênfase aos apelos emocionais em detrimento aos atributos objetivos do produto, a propaganda política faz constante uso de elementos que puxam para o lado emocional do eleitor. A política vai adquirir características de entretenimento, ocorrendo, dessa forma, uma espetacularização, um verdadeiro show de “personalidades”.